Sobre a ilha de São Miguel

São Miguel é a maior das Ilhas do Arquipélago dos Açores, considerada mesmo a mais diversificada, numa superfície de cerca de 759 km2, com 65 Km de comprimento e 16 Km de largura máxima.

Conhecida pelas suas Lagoas e outros fenómenos naturais, encontram-se em São Miguel panoramas de rara beleza, como o Vale das Furnas inebriado pelo vapor das suas caldeiras vulcânicas e pela maravilhosa lagoa, ou as grandes crateras das Sete Cidades e do Fogo, que apresentam deslumbrantes lagoas de águas cristalinas. 

A economia concentra-se mais na costa sul, na agricultura, e também na criação de gado, na pesca, no comércio e no crescente turismo que nos últimos anos tem surgindo em grande número.

Nos locais a visitar destaca-se o encantador Ilhéu, em Vila Franca do Campo, uma reserva natural que dista cerca de 1km da costa, encontrando-se em estado praticamente selvagem, visitável no Verão mas por um número limitado diariamente.

Como ilha vulcânica que é, pode se encontrar fontes de água quente e fumarolas, bem evidentes nas Furnas e na Ribeira Norte, permitindo uma temperatura tal que é possível cozinhar o típico cozido, numa panela debaixo do solo e por longas horas – certamente uma iguaria a não perder. 
Os inúmeros miradouros oferecem uma vista deslumbrante sobre um oceano povoado por cachalotes, baleias, golfinhos e poderá também nadar nas suas piscinas naturais remanescentes da actividade vulcânica.

As praias de areia cinzenta, cascatas, montanhas verdejantes, florestas ensolaradas proporcionam umas férias de sonho para os amantes da natureza.

Os Açores têm um clima marítimo com temperaturas amenas que variam desde os 16ºC (60ºF) no Inverno aos 26ºC (79ºF) no Verão. As temperaturas do mar sofrem influências da Corrente do Golfo, sendo também elas amenas e entre os 14ºC e os 22ºC em média.

A chuva é uma presença mais ou menos constante durante todo o ano sendo, regra geral, mais constante e forte no Inverno. Característica dos Açores é uma grande variedade de condições climatéricas a acontecer num curto período de tempo: no mesmo dia pode ter-se chuva, sol, forte, vento e acalmia, intercalados ou em diferentes combinações!

Naturalmente, numa região que se encontra rodeada de mar por todos os lados, seria de esperar que o peixe fizesse parte da gastronomia local. Sob diversas formas e aspectos ou, no caso, receitas e cozinhados. Grande parte das espécies pescadas acabam no prato das gentes dos Açores. E como a vinha se dá bem em solo rochoso, solo este que também não escasseia por estas terras, também ela, na sua mais eloquente forma de vinho, acaba nos copos às refeições das mesmas gentes. Isto, obviamente sem esquecer a grande exploração em massa dos Açores dos últimos 40-50 anos: a agropecuária, e com ela, a carne de vaca.

Mais uma vez claras ambivalências se fazem sentir, desta feita na gastronomia açoreana: se, por um lado, a grande distância dos Açores a qualquer terra firme se afirma por uma certa autonomia culinária, com inúmeros pratos a ganhar um sabor único na região, por outro é também inequívoca a influência da cozinha continental e até mediterrânica na confecção dos mesmos pratos: o seu sabor e textura denotam assim o denunciam, apesar de o picante ser por vezes um todo nada mais forte que na maioria do continente.

Ao iniciar uma odisseia gastronómica pelos Açores, é sempre bom começar por provar algumas das diversas variedades de peixe que por aqui se pescam. Tradicionalmente é servido bem fresco e cozinhado de forma simples, com ligeiras (ou por vezes um pouco mais do que ligeiras) nuances de ilha para ilha. O peixe fresco grelhado é extraordinário, mas não menos o é quando servido em sopas ou guisados. Não menos bons são uns simples chicharrinhos (ou petingas, se as houver) fritos, estaladiços, com molho de vilão e com batata cozida com a casca e pimenta da terra.

No patamar do “a não perder” estão também alguma espécies de crustáceos que dão ocasionalmente ao prato. A lagosta, o cavaco, a santola, ou a craca são algumas delas. Um bom prato de lapas, seja em arroz, seja na chapa com alho e limão são absolutamente imperdíveis. Todavia, estando a apanha da lapa bastante condicionada por ser uma espécie protegida, não se tornam aqueles em pratos muito fáceis de encontrar.

Os pratos de carne conservam também um elevado grau de autenticidade. Desde logo, o pitoresco “Cozido das Furnas”, um cozido em muito semelhante ao “Cozido à Portuguesa” com várias carnes e vegetais cozinhados em conjunto na panela, mas, que, quando naquela vila dos Açores, é cozinhado e içado ao fim de 4-5horas, de buracos em solo em constante e visível actividade vulcânica. São os vapores sulfurosos desta mesma actividade que atribuem ao “Cozido das Furnas” o seu sabor tão especial. Um simples bife de vazia, temperado apenas com sal e pasta de pimenta (e um tracinho de limão) é simplesmente fabuloso (de registar que o gado bovino no arquipélago é ainda criado à solta no verde das pastagens). Outro prato, um todo nada mais particular é o que inclui chouriço e morcela. Qualquer um destes enchidos tem um sabor único por estas ilhas.

As Sopas do Espírito Santo, muito populares porque associadas a uma das maiores celebrações religiosas da região, são outro dos pratos típicos dos Açores que incluem carne de uma forma generosa.

E, claramente, como a carne pede vinho, porque não acompanhá-la com um ou outro vinho da região? O Verdelho do Pico ou os tintos da Terceira, Santa Maria, Graciosa ou mesmo novamente do Pico são companhias que um bom prato açoreano não dispensa.

Os bons queijos da região são também eles ideais para acompanhar a refeição. Uma grande forma de abrir o apetite, frequentemente servida nos restaurantes, é o queijo fresco com pimenta de terra. Mas para fechar a refeição há também o Queijo de São Jorge, mais forte e ácido, em cuja ilha se podem encontrar algumas cooperativas produtoras deste queijo. Outro queijo igualmente reconhecido é o TerraNostra, produzido em São Miguel.

No campo da pastelaria, mais uma vez o arquipélago faz valer alguma autonomia. A massa sovada ou os bolos lêvedos, com ou sem manteiga e com um chá preto a acompanhar são excepcionais. Queijadas como as da Graciosa ou da Vila Franca ou ainda a conhecida queijada de feijão não precisam de ser servidas como sobremesa: podem ser apreciadas a qualquer momento. Mais particulares, porque produzidas somente (pelo menos originalmente) pela altura do Carnaval, são as malassadas, um doce que é deixado a fermentar para depois ser frito e polvilhado com açúcar.

Alguns restaurantes pelo arquipélago merecem aqui uma especial atenção. O Canto da Doca, no Faial tem um modo particular de cozinhar as refeições: cada cliente recebe uma grande rocha chata sobreaquecida, polvilhada com sal grosso, sobre a qual é cozinhado tanto o peixe como a carne. No Beira Mar de São Mateus, na Terceira, podem encontrar-se variadas especialidades de comida marinha no seu cardápio. O Casa da Galinha Parmigiana, também na Terceira, apesar de o nome evocar alguma proximidade com a cozinha italiana, dispõe de algumas especialidades como chouriço de sangue, Sopa do Espírito Santo, Coelho guisado em vinho branco e Goulash em vinho tinto. 

Por fim, além de qualquer especialidade gastronómica, seja ela carne, peixe, vinho ou doce, em cada restaurante, do mais humilde ao mais requintado, e certamente a contribuir para a elevação da refeição a um patamar excepcional, estão a cordialidade e a amabilidade com que é acompanhado todo o atendimento em geral por estas ilhas fora.

– Mercado da Graça

O espaço não tem nada de especial – tirando a loja do Rei dos Queijos mesmo ao lado – mas são os produtos, que lá são vendidos, que o tornam visita obrigatória. Descubra as anonas, o doce araçal, o inhame e a batata doce local. Se puder, prove tudo! Não tem de provar obrigatoriamente no mercado, mas faça-o nos restaurantes e cafés da ilha, provando os pratos regionais.

– Observação de Cetáceos

São várias as empresas que promovem a observação de cetáceos, ou observação de baleias, como é mais usado. E apesar de se usar sempre o termo “baleias” e estas possam ser avistadas é também possível avistar golfinhos e outros cetáceos, tartarugas, tubarões e diversas aves marinhas. É no verão que se veem mais mamíferos marinhos. As saídas de barcos podem ser canceladas devido ao mau estado do tempo e do mar.

Nos Açores existe uma antiga tradição de caça à baleia e por isso mesmo existem, ao longo da costa, as torres de vigia, com binóculos, para se avistarem as baleias e se ajudar os marinheiros.

– Piscinas naturais

Estão abertas o ano inteiro, com entrada grátis. Basta levar o fato de banho, entrar e dar um mergulho no mar. Tem local onde trocar de roupa. Num dia em S. Miguel consegue apanhar quase as quatro estações. com sol e chuva. Com sol este é o sítio onde vai querer estar e a água do mar nunca está muito fria.

– Passeios

Pode fazer passeios de táxi que passam pelo centro da cidade e dão a conhecer os principais pontos turísticos de Ponta Delgada.

– Jardim Antero de Quental

Espaço verde que homenageia o poeta nascido em Ponta Delgada em 1842. Suicidou-se em 1891, no Campo de São Francisco, onde está um banco com uma âncora e a palavra Esperança. Fica frente à Igreja do Senhor Santo Cristo/ Igreja de Nossa Senhora da Esperança.

– Casa de Natália Correia

Casa onde nasceu a poetisa portuguesa. Fica na Rua do Monte, na freguesia de Fajã de Baixo. Telefone: (+351) 296 636 139

– Espetáculos

Veja a agenda do Coliseu Micaelense ou do Teatro Micaelense e aproveite para conhecer as salas e assistir a um dos espetáculos que por lá passam.

– Lagoa das Sete Cidades

Faz parte do concelho de Ponta Delgada. Neste caso, a lagoa é uma só, dividida por uma ponte. Mas, por ter duas cores diferentes, foram-lhe atribuídos dois nomes: a Lagoa Verde e a Lagoa Azul. A profundidade máxima da Lagoa das Sete Cidades é de 33 metros, e o comprimento máximo de 4,2 quilómetros.

Ponta Delgada é a bonita cidade do Arquipélago dos Açores, sede de município e também capital da maravilhosa Ilha de São Miguel.
A cidade de Ponta Delgada é dona de uma rica história e de um Magnifico património.

Hoje em dia, pela cidade respira-se história, quer pelos seus ambiente cosmopolita, pelos seus românticos jardins, pelas suas ruas apertadas e calcetadas, ou pelos vários palacetes espalhados pela região que demonstram o poderio económico de outros tempos, graças à fertilidade dos solos e ao furor mercantil. É a Ponta Delgada que oferece o seu rico património cultural, arquitectónico e histórico numa paisagem idílica, onde a indústria turística tem florescido com conta, peso e medida. 

Ponta Delgada orgulha-se do seu património, com monumentos como a sua bela Igreja Matriz do século XV, o gracioso edifício da Sede da Alfândega, os Conventos da Conceição (actual sede do governo regional dos Açores), de Santo André, do Carmo e de Nossa Senhora da Esperança do século XVIII), o antigo Colégio dos Jesuítas, o Forte de São Brás (também conhecido por Castelo de São Brás), a formosa Igreja de São Mateus ou as emblemáticas Portas da Cidade. 

A cidade apresenta hoje uma crescente oferta de serviços, animação e actividades com espaços comerciais, teatros, cinemas, locais de diversão nocturna, e a renovada Marinha com as suas piscinas e os espaços de lazer, apresenta também espaços antigos e sempre tão aprazíveis como o romântico Jardim António Borges, ou interessantes como o excelente Museu Carlos Machado, instalado no antigo mosteiro de Santo André e retratando a história natural, a pesca e a agricultura de toda a Ilha de São Miguel. 

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Somos uma Associação que presta serviço de transporte de qualidade, consolidado por uma atitude de segurança, conforto, rapidez e confiança.

Dispomos de uma central de táxi 24 horas por dia atuando por toda a ilha de São Miguel.

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